• 25 de setembro de 2020
  • Cannabis
  • by Rosa Fiscal
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Maconha legalizada enfrenta obstáculos no Canadá

No mercado legal de Cannabis, território pouco explorado, pioneiros podem ter ambições muito altas. Players se preparam para atuar no Brasil assim que se abrirem as oportunidades locais de negócio.

Os mais otimistas acreditam que a regulamentação pode sair no início de 2020. Em junho, a Anvisa encaminhou para consulta pública uma proposta que autoriza o cultivo para fins medicinais. No mesmo mês, abriu filial no Brasil a gigante canadense Canopy Growth (faturamento anual superior a US$ 220 milhões e crescimento da ordem de 190% ao ano).

Seu novo braço de pesquisas, a Spectrum, listou o Brasil entre os 12 países a atuar. “O país nos interessa muito. É o principal mercado da América Latina, com mais de 1,7 milhão de pacientes potenciais”, diz Jaime Ozi, gerente da Canopy no BrasiL.

No melhor cenário, a concorrente VerdeMed, também canadense, planeja investir US$ 80 milhões até 2022 no país. A companhia foi fundada pelo brasileiro José Bacellar, ex-executivo da Canopy e ex-CEO da Bombril. Já o Grupo Piauhy, com sede no Uruguai, planeja desembolsar US$ 5 milhões para abrir um laboratório na região Centro-Oeste.

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